domingo, 6 de outubro de 2013
Fazendo uma análise da minha participação nesse Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica, chego à conclusão que quanto maior a minha vontade de aprender, maior a satisfação em concluir cada tarefa proposta na plataforma. A maioria trata-se de atividades bem simples e corriqueiras, como por exemplo, enviar arquivos, imagens, chat, fóruns, responder questionários..., coisas que eu já vivenciei em oportunidades anteriores. Porém uma me causa dificuldade: dissertar sobre assuntos que não domino totalmente.
Vejo tarefas dessa natureza como um desafio a ser superado, uma vez que sou educadora e não posso me eximir jamais de responsabilidades como essa. Por isso estou decidida a enfrentar essa e qualquer outra dificuldade que surgir de forma positiva e determinada. Não me sinto na obrigação de saber tudo, mas tenho o dever de fazer o melhor possível, já que concorri a uma vaga neste Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica por livre e espontânea vontade.
Pretendo
tirar o máximo de proveito dos ensinamentos propostos pelo curso,
embora não tenha certeza ainda se minhas expectativas serão atendidas.
Preciso adquirir o conhecimento necessário para exercer bem a função de
coordenadora pedagógica, algo novo em minha vida profissional, mas que
pode enriquecer meu trabalho como professora quando daqui a algum tempo
tiver que retornar para a sala de aula.
E como sinto que estou no caminho certo, a direção a ser seguida é esta: participar de forma ativa e responsável desta construção do conhecimento, entendendo-me como parte integrante do processo de ensino-aprendizagem; abraçar as novas tecnologias acreditando que que elas são ferramentas úteis e necessárias a nossa profissão; ter humildade para buscar aprender tudo aquilo que não sei, mas que tenho vontade de descobrir.
Fique por dentro
O Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica (CECP) tem como objetivo principal formar, em nível de pós-graduação lato sensu, coordenadores pedagógicos que atuam em instituições públicas de educação básica, visando à ampliação de suas capacidades de análise e resolução de problemas, elaboração e desenvolvimento de projetos e atividades no âmbito da organização do trabalho pedagógico e do processo de ensino-aprendizagem.
Prof. Edgar Marcal
Coordenador do Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica (CECP)
http://www.virtual.ufc.br/gpege
Coordenador do Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica (CECP)
http://www.virtual.ufc.br/gpege
sábado, 5 de outubro de 2013
Atividade Prática
Rita Maria Ferreira do Vale Coriolano
UFC: Universidade Federal do Ceará
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM COORDENAÇÃO
PEDAGÓGICA
DISCIPLINA: Introdução ao Curso e ao Ambiente
Virtual
ALUNA: Rita Maria Ferreira do Vale
Coriolano
TUTORA: Maria Lucidalva Mota de Oliveira
POLO: Crateús
As TICs no ambiente escolar: ainda um desafio
Aplicar de maneira consistente as novas
tecnologias no cotidiano escolar tem sido um grande desafio. Pois embora as
TICs não seja algo tão recente, sua
inclusão no dia a dia da sala de aula ainda requer a formação adequada por
parte de muitos dos envolvidos nesse processo.
Não se trata apenas de conhecer as novas
tecnologias, e nem de incluí-las simplesmente nos planos diários, mas
utiliza-las com foco na aprendizagem do aluno, aproveitando cada oportunidade
para desenvolver competências e habilidades que certamente serão exigidas pela
sociedade e principalmente pelo mercado de trabalho onde futuramente esses
jovens serão inseridos.
Cabe ao coordenador pedagógico mediar esse
conhecimento. É papel do professor adequar-se as tendências metodológicas, mas
isso só aumenta a responsabilidade do coordenador, pois ele deve ser o suporte
para que essa aprendizagem se materialize nos planejamentos por área e
posteriormente na sala de aula, levando propostas de atividades e metodologias
que incluam as novas tecnologias de forma prazerosa, dinâmica, lúdica,
possibilitando que a aprendizagem adquirida dentro da escola seja algo passível de ser usado fora
dela.
Por tudo isso, reafirmo que aplicar com
qualidade as TICs é um obstáculo a ser vencido. Somente muito estudo, empenho,
esforço e dedicação nos permitirão contribuir “realmente” com a formação de
professores, e por que não dizer, com a nossa própria formação.
A importância das Tics no mundo e na educação
É notório que as
transformações pelas quais a sociedade contemporânea vem passando exigem de nós,
em todos os momentos, uma nova postura. E para a escola e todos que fazem parte
dela não é diferente. As inovações tecnológicas e científicas passam a cobrar
novos modelos de formação, atuação e interação dos sujeitos sociais, cabendo
principalmente ao coordenador pedagógico o papel de articulador da formação
continuada incluindo a tecnologia digital no processo de ensino e aprendizagem.
Desse fato surgem dois
grandes desafios: formar inicialmente os novos coordenadores pedagógicos de
acordo com essas tendências e necessidades atuais e também convencer os professores
a aderir a esse grande e inevitável projeto capaz de alterar toda a dinâmica da
sala de aula.
É certo que a tecnologia tem
chegado à escola com rapidez, contudo, Almeida (2000) salienta que embora os
computadores estejam cada vez mais presentes nas escolas ainda não sentimos o
impacto das mudanças nos indicadores educacionais e nem temos garantias de que o
trabalho docente terá mais qualidade. Muitos professores, por mais absurdo que
possa parecer, realmente desconhecem essas potencialidades, porém a maioria não
inclui as tecnologias em suas rotinas em sala de aula porque não acredita no
resultado que pode alcançar ou simplesmente porque continua presa a práticas
tradicionais nas quais muitos foram formados.
Diversos pesquisadores
(ALMEIDA, 2000; KENSKI, 2004; ROCHA, SALES, OLIVEIRA, 2011; WAGNER, 2009)
apontam que os educadores têm dificuldade de ressignificar suas práticas
educativas e incorporar as TDICs ao currículo escolar. Na prática, a tecnologia
na escola caminha a passos lentos, mais por falta de qualificação dos recursos
humanos do que aportes financeiros. Um elemento que comprova isso é a
resistência que os docentes encontram para aceitar em sala de aula o uso pelos
alunos de celulares, tablets, notebooks e muitos outros equipamentos presentes
na vida de adolescentes de várias classes sociais, acreditando que essas
ferramentas somente atrapalham o processo de ensino aprendizagem dos alunos e a
si mesmos.
No entanto, para Valente
(2003), a experiência de implementação da tecnologia no meio educacional é
fundamental e permitirá, ao docente, novas ferramentas pedagógicas com o
objetivo de uma atuação pedagógica de qualidade. Assim, o professor também é privilegiado,
pois não mais age de forma isolada. Precisa interagir com todos os atores do
processo, instigando-os à curiosidade, à reflexão, à criação de um ambiente
colaborativo, no qual todos ensinam e aprendem mutuamente, de maneira
interessante e moderna.
Na escola, a aplicação
mais conhecida da tecnologia talvez seja a sala de informática educativa, lugar
onde a inclusão digital de milhares de estudantes brasileiros é concretizada.
Apesar disso, pesquisa da Fundação Victor Civita (2010) apontou que 92% das
escolas brasileiras estão equipadas com computadores multimídia, contudo pouco
menos de 4% utilizam os recursos tecnológicos com fins educativos. O estudo
concluiu que 89% dos professores sentem-se despreparados para o uso da tecnologia
no currículo escolar, sendo imprescindível que haja mudanças na formação e na postura
tanto do professore quanto do próprio coordenador, que neste contexto é uma
peça chave, pois é o profissional que contribui apoiando o docente no
planejamento de suas atividades pedagógicas.
Existem inúmeras maneiras de
ensinar e aprender usando a tecnologia de forma educativa e uma delas é por
meio das comunidades virtuais. Este curso de formação em coordenação pedagógica
é um bom exemplo de aprendizagem colaborativa, pois reflete de forma bem atual
este novo enfoque cuja verdadeira aprendizagem só ocorre se houver envolvimento
mútuo, partilha e iniciativa conjunta.
Obviamente que não existem
receitas prontas para o sucesso da tecnologia na escola. Porém cabe ao
professor ampliar seu papel, tornando-se um mediador, um orientador ou
facilitador do processo de ensino, auxiliando os alunos a interpretar os dados,
relacioná-los e contextualizá-los, motivando-os à construção do saber, pois
insistir na didática transmissor/receptor é inútil. Dessa forma cabe ao
coordenador pedagógico fazer a ponte entre o professor e as tecnologias que
devem ser usadas como instrumentos a mais no processo, contribuindo para a
adoção de um novo modelo de educação que privilegie a
aprendizagem ao invés do ensino.
Está claro que as
ferramentas tecnológicas revelam múltiplas potencialidades, que devem ser
melhor aproveitadas no ambiente educacional. Todavia, somente será possível, se
o professor assumir a postura de principal agente promotor de mudança da
estrutura tradicional para o novo paradigma no processo ensino/aprendizagem. Nesse
contexto, o coordenador tem que estar apto a ajudar o professor a perceber que
a educação não se resume à transmissão de informação; é algo muito maior. E o
professor, por sua vez, precisa abraçar esse novo processo de construção do
conhecimento, em que o computador se destaca como um instrumento capaz de
auxilia-lo enquanto mediador da relação ensinar aprender.
Primeiro Encontro em Crateús com as colegas coordenadoras Patrícia Alves, Silvanda Melo e Erica Guerreiro
Depois de uma manhã proveitosa com a Professora Auxiliar Tatiane Castro, um almoço bem gostoso para comemorar.
O dia em que criei meu Blog - 05/10/2013
Hoje é um dia muito especial. Aprendi a criar um blog. Para muitos isso é algo simples e corriqueiro, mas para mim é uma ferramenta nova a qual pretendo usar na minha vida pessoal e principalmente em minha profissão enquanto Coordenadora Pedagógica.
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